Escola de Gestão · Galícia Educação
ChatGPT no Trabalho
Quase todo mundo já usa o ChatGPT — e quase todo mundo usa mal: este Sprint ensina o método de pedido, a disciplina de dado e as rotinas montadas que separam quem obtém texto genérico de quem entrega o dobro no mesmo tempo.
ChatGPT no Trabalho
Um curso prático e curto sobre o assistente de IA de uso geral — ChatGPT e equivalentes (Gemini, Claude, Copilot em modo de conversa) — aplicado ao trabalho de escritório. Diferente dos Sprints de Copilot, em que a IA está dentro do aplicativo, aqui ela está fora: você leva a informação até ela. Isso amplia o que é possível (qualquer tarefa, qualquer formato) e agrava o cuidado com dado. O aluno percorre três estágios: conduzir a conversa que produz (pedido com seis elementos, incluindo o critério de qualidade que quase ninguém declara; iteração com diagnóstico; instrução fixa; repertório do que funcionou); trabalhar sobre os próprios materiais (planilhas, documentos e imagens enviados, com a distinção entre cálculo real e estimativa, o relato do que foi feito, as conferências de escopo e âncora, e a escada de sensibilidade do dado); e sistematizar (assistentes montados com instrução fixa e vedações, testados antes de liberar e mantidos ao longo do tempo). O diferencial é tratar de frente os dois problemas que ninguém trata: a fluência que simula competência — a conversa cordial e bem escrita desarma a crítica — e o risco de dado no uso casual, que é onde a maior parte dos incidentes acontece.
Feito para a sua rotina
Qualquer profissional de escritório que já usa o ChatGPT no dia a dia e sente que poderia render mais: marketing, financeiro, comercial, operações, projetos, RH, jurídico de empresa. Quem não tem licença corporativa de Copilot e usa a conta pessoal — o curso ensina exatamente o que pode e o que não pode nesse cenário. Coordenadores e gestores que querem padronizar o uso na equipe, com rotinas montadas e política de uso combinada. Empresas que precisam profissionalizar um uso que já está acontecendo de qualquer jeito, sem controle.
Competência prática, não teoria
- Pedir de um jeito que produz: contexto, tarefa, informação específica, formato, restrições e critério de qualidade — e iterar dizendo o que está errado em vez de pedir "melhora".
- Configurar e reusar: instrução fixa no perfil, repertório dos pedidos que funcionaram e conversas separadas por assunto.
- Trabalhar sobre material real: analisar planilha com relato e conferência de escopo, âncora e caminho alternativo; extrair de documento longo com localização; ler imagem e captura — sabendo classificar tudo na escada de sensibilidade antes de enviar.
- Montar rotinas da área: instrução fixa em seis blocos com vedações, materiais de referência, cinco testes antes de liberar, compartilhamento com dono definido e ficha de manutenção.
- Não ser pego: reconhecer o fato inventado, a concordância excessiva, a estimativa disfarçada de cálculo e o erro sistemático do assistente montado.
3 temas, do princípio à prática
Curso livre, curto e prático (ler + fazer), sem vídeo. Cada tema traz texto direto e práticas interativas que você leva para o trabalho.
Direto ao ponto, do jeito Galícia
este Sprint ensina o método de pedido, a disciplina de dado e as rotinas montadas que separam quem obtém texto genérico de quem entrega o dobro no mesmo tempo.
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