Escola de Gestão · Galícia Educação
Uso Seguro de IA no Trabalho
Uma ata de onze páginas colada para gerar um resumo — e o nome de sete pessoas, o cliente, os valores do contrato e um problema de saúde saindo da empresa em dois segundos: este Sprint ensina a régua que classifica o dado antes do pedido, verifica o que a ferramenta devolve com esforço proporcional ao risco e transforma a decisão individual numa política de uma página que a equipe consegue seguir.
Uso Seguro de IA no Trabalho
O Sprint transversal da linha "IA no Trabalho". Os outros onze ensinam a usar cada ferramenta — Copilot, ChatGPT, Gemini, NotebookLM, Power BI, WhatsApp, Canva. Este ensina a não se machucar usando qualquer uma delas. Ele parte de um fato incômodo e verdadeiro: a sua equipe já usa IA, com ou sem autorização. E trata a proibição pura como a pior política disponível — porque ela produz uso escondido, na conta pessoal, sem controle e sem ninguém a quem perguntar. O objetivo é o oposto: uso amplo, com régua clara. Daí o risco central que o curso trata como problema técnico: o dado que sai sem que ninguém tenha decidido enviá-lo, e a informação inventada que é usada sem conferência. O primeiro é grave e ocasional; o segundo é menor e semanal — e, na prática das empresas, produz mais prejuízo direto do que o primeiro. O aluno percorre três etapas. O que entra: o que acontece com o material enviado (retenção, treinamento, conta pessoal × corporativa); o semáforo do dado em três faixas; dado pessoal, dado sensível e informação confidencial; as cinco substituições que descaracterizam sem perder utilidade; a reidentificação por combinação e por acúmulo; os cinco vazamentos silenciosos; e os cinco passos de quando o dado já foi enviado. O que sai: por que o texto da IA parece confiável; os seis tipos de erro; as quatro perguntas da verificação; a calibragem em quatro faixas de risco; o viés em decisões sobre pessoas; o que não se delega; e a régua da autoria. A regra da casa: a política de uso em uma página; as três faixas com alternativa em cada proibição; a escolha da conta e o inventário que inclui os recursos de IA embutidos; o plano de incidente em cinco passos; a formação, a revisão semestral e o que clientes e fornecedores perguntam. A posição do curso é explícita: ele não é aula de direito. Descreve categorias, condutas e riscos práticos, declara que as normas mudam e variam por setor, e marca com precisão os cinco pontos em que a resposta exige quem entende de direito.
Feito para a sua rotina
Qualquer pessoa que já use IA no trabalho e lide com informação de terceiros: cliente, paciente, funcionário, fornecedor. Sócios e gestores de empresas pequenas e médias que precisam de uma regra que valha para a equipe inteira sem impedir o trabalho. Áreas com material sensível por natureza — recursos humanos, jurídico, financeiro, atendimento, saúde. Empresas que já receberam o questionário de um cliente perguntando como usam IA — e não souberam responder. Quem vai começar a usar IA na empresa e quer definir a régua antes de os hábitos se formarem.
Competência prática, não teoria
- Classificar qualquer material nas três faixas do semáforo, em dois segundos.
- Distinguir dado pessoal, dado sensível e informação confidencial — e reconhecer que a última existe mesmo sem nenhum dado pessoal.
- Descaracterizar com cinco substituições, testar se bastou com duas perguntas e reinserir o real no final.
- Reconhecer a reidentificação por combinação de atributos, por contexto interno e por acúmulo entre pedidos.
- Evitar os cinco vazamentos silenciosos com um hábito de três segundos.
- Montar o pedido seguro com os cinco componentes, incluindo o limite explícito.
- Conduzir os cinco passos de quando o dado já foi enviado.
- Reconhecer os seis tipos de erro da ferramenta e onde cada um costuma aparecer.
- Aplicar as quatro perguntas da verificação e fazê-las caber em três a cinco minutos.
- Calibrar o esforço ao risco em quatro faixas, com a pergunta que decide em dois segundos.
- Conduzir decisões sobre pessoas com critério escrito, responsável nomeado e revisão possível.
- Escrever a política de uso em uma página, com os sete blocos, numa manhã.
- Montar o inventário de ferramentas, incluindo os recursos de IA embutidos em sistemas já usados.
- Escrever o plano de incidente com nome, prazo e a garantia crível de não punir quem avisa.
- Responder ao questionário do cliente e exigir o equivalente dos fornecedores.
- Reconhecer as cinco situações que exigem quem entende de direito — e as que não exigem.
3 temas, do princípio à prática
Curso livre, curto e prático (ler + fazer), sem vídeo. Cada tema traz texto direto e práticas interativas que você leva para o trabalho.
Direto ao ponto, do jeito Galícia
este Sprint ensina a régua que classifica o dado antes do pedido, verifica o que a ferramenta devolve com esforço proporcional ao risco e transforma a decisão individual numa política de uma página que a equipe consegue seguir.
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